terça-feira, 19 de maio de 2015
sábado, 28 de dezembro de 2013
Leitora Lena fez um vídeo para 2014
Feliz Ano Novo..
Amo o Grito do bicho!
Meu video para os animais..
Minha página do G+..
Continuem lutando..estamos juntos..
Meu Carinho sempre..Lena
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Leitor Nelson nos fala de sua esperança que passou a ser nossa também
----- Original Message -----
From: npcj
To: Fala-Bicho
Sent: Monday, December 16, 2013 1:05 AM
Subject: Só um relato
Boa noite Sheila!
Só um relato de um fato que presenciei ontem à noite em um shopping de São Paulo, que pouco frequento, mas tive que lá ir para trocar um presente de amigo secreto.
Neste local existe um PetShop e entrei para ver valores de ração, mas para meu desagrado, lá existiam, para variar, vários filhotes de cães, de gatos, todos cansados e provavelmente com fome. Também tinham aquarios com peixes coloridos e aves exóticas.
Mas o que me chamou a atenção foi o comentário de uma menininha, de não mais que 11 anos, que com os olhos marejados de lágrimas dizia, na sua infantilidade e bom coração, para a mãe: " Mãe....vamos comprar esta arara para soltar lá na Africa" ?
Apesar de revoltado com o quadro que via por conta dos animais, aquela frase da criança me deixou com esperança de um futuro melhor para os animais. Mas é preciso batalhar muito, e você é mestra neste assunto, para conscientizar as pessoas e transformá-las em seres com a mentalidade desta menina e acabar com este comércio asqueroso de filhotes e outros animais.
E para finalizar, parodiando e mudando um pouco a letra do Gonzaguinha, deixo estas palavras: " Eu fico com a pureza da 'pergunta' das crianças" - (Eterno Aprendiz). No original: Eu fico com a resposta das crianças.
Abs
Nelson
From: npcj
To: Fala-Bicho
Sent: Monday, December 16, 2013 1:05 AM
Subject: Só um relato
Boa noite Sheila!
Só um relato de um fato que presenciei ontem à noite em um shopping de São Paulo, que pouco frequento, mas tive que lá ir para trocar um presente de amigo secreto.
Neste local existe um PetShop e entrei para ver valores de ração, mas para meu desagrado, lá existiam, para variar, vários filhotes de cães, de gatos, todos cansados e provavelmente com fome. Também tinham aquarios com peixes coloridos e aves exóticas.
Mas o que me chamou a atenção foi o comentário de uma menininha, de não mais que 11 anos, que com os olhos marejados de lágrimas dizia, na sua infantilidade e bom coração, para a mãe: " Mãe....vamos comprar esta arara para soltar lá na Africa" ?
Apesar de revoltado com o quadro que via por conta dos animais, aquela frase da criança me deixou com esperança de um futuro melhor para os animais. Mas é preciso batalhar muito, e você é mestra neste assunto, para conscientizar as pessoas e transformá-las em seres com a mentalidade desta menina e acabar com este comércio asqueroso de filhotes e outros animais.
E para finalizar, parodiando e mudando um pouco a letra do Gonzaguinha, deixo estas palavras: " Eu fico com a pureza da 'pergunta' das crianças" - (Eterno Aprendiz). No original: Eu fico com a resposta das crianças.
Abs
Nelson
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domingo, 15 de dezembro de 2013
Daniela nos conta a história de sua galerinha e deseja Feliz Natal
Querida Daniela, obrigado pelo carinho e retribuo de coração os votos formulados para toda sua família e galerinha!!!! eba!!!!
_________________________
----- Original Message -----
From: DANIELA GUEDES CARDOSO
To: falabicho@falabicho.org.br ; Daniela Guedes
Sent: Sunday, December 15, 2013 10:34 AM
Subject: Bom dia amigos
_________________________
----- Original Message -----
From: DANIELA GUEDES CARDOSO
To: falabicho@falabicho.org.br ; Daniela Guedes
Sent: Sunday, December 15, 2013 10:34 AM
Subject: Bom dia amigos
Sou uma grande fã de vcs e do trabalho de vcs é quero aproveitar este mês que chega o natal para deixar um pouco de minha historia . Sempre adorei animais e hoje tenho nove cachorros , mas antes de chegar a este time de caes que tenho a aprox um ano atraz eu morava com a minha mãe e tinhamos apenas trez cães a Fiona ( um pastor alemão capa preta e um casal de pincher o Kiko e a Tica , como nada na vida é eterno nossa querida tica faleceu em 2012 ja bem velhinha e no começo deste ano nosso querido Kiko tambem morreu ( foi envenenado por pessoas que ao inves de coração tem pedra) choramos e sofremos muito mas nada podia se fazer apenas nos assegurar que nada acontece-se com a nossa Fiona a unica que tinha restado na ocasião , porem com o tempo percebemos que fiona estava ficando magra e fraca temendo que o pior viesse a acontecer , e como neste ano eu havia me mudado para uma outra cidade levei a Fiona para morar comigo e lá ela se recuperou muito bem e tambem se acostumou com o lugar pois tinha muito espaço muita grama e uma surpresa ná época que me mudei apareceu uma cachorra ainda filhote abandonada lá no bairro sem pensar duas vezes adotei ela a nossa querida Raika . Agora vcs imaginem o que aconteceu ... As cachorras se deram muito bem , bem até demais que quando entraram no cio por mais que eu tenta-se prender as duas sempre davam uma escapadinha , resultado a Fiona teve 10 filhotes em setembro deste ano e a Raika teve 4 em novembro resultado 16 cachorros - então pensei comigo e agora o que que eu faço.
Não posso ficar com tudo isso de animalzinhos mas não posso abandona-los são vidinhas que esta começando , sendo assim coloquei na adoção os da Fiona , por serem mestiço de pastores consegui doar 7 caes e sobraram 3 que ninguem quiz ficar pq não eram pretos e sim marrom , agora tenho 9 pois os da Raika por ser bem SRD ninguem quer mas eu quero pois para mim não importa a raça , o tipo o preço , importa o amor que tenho por eles e vou ficar com todos pois amigos o que não falta nesta casa é amor para eles meu natal ja ta maravilhoso pois a familia aumentou com meus nove cachorrinhos minhas duas filhas e meu Maridão que me da a maior força
Feliz Natal amigos e um ano cheio de realizaçoes bjs
Daniela , Anna Julia, Maria Luiza, Silmar e a tropa ,Fiona , Raika , Doki , Alemão , Pretinha, Meg,Liza, Mel, Tico
bjs a todos
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Sueli nos envia um vídeo lindo de Boas Festas
Bom dia Sheyla
Eu e os patudinhos desejamos a você um FELIZ NATAL E ANO NOVO e te enviamos esse vídeo com muito carinho!
Bjsssssssssss J
Sueli
Todos que aparecem no video foram resgatados ..eram vitimas de abandono e maus tratos!)
Retribuo de coração
bjs
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terça-feira, 29 de outubro de 2013
O beagle de pobre da Victória..... kakakaka....
----- Original Message -----
From: Victória Régia de Oliveira
To: falabicho@falabicho.org.br
Sent: Tuesday, October 29, 2013 2:01 AM
Subject: Meu Beagle!
Sheilinha, olha meu amigo Scooby, atualmente famoso beagle de pobre! Kkkk!!!
Ele era de um mendigo de morreu de parada cardíaca e aí então, ele se apaixonou por aquela mulata lá atrás, desceu a rua e veio morar por aqui. É uma cão comunitário, eu os alimento, levo ao veterinário, limpo as casinhas, outro dá banho quando precisa, leva pra vacinar e por aí vai.
Ficou com o apelido de beagle de pobre por causa de sua cor. É um velho desdentado que adora salsichas e logo, quando ele não tiver mais condições de viver numa casa que vive com os portões abertos, terei que assumi-lo definitivamente.
Meu beagle é uma graça, não é?
From: Victória Régia de Oliveira
To: falabicho@falabicho.org.br
Sent: Tuesday, October 29, 2013 2:01 AM
Subject: Meu Beagle!
Sheilinha, olha meu amigo Scooby, atualmente famoso beagle de pobre! Kkkk!!!
Ele era de um mendigo de morreu de parada cardíaca e aí então, ele se apaixonou por aquela mulata lá atrás, desceu a rua e veio morar por aqui. É uma cão comunitário, eu os alimento, levo ao veterinário, limpo as casinhas, outro dá banho quando precisa, leva pra vacinar e por aí vai.
Ficou com o apelido de beagle de pobre por causa de sua cor. É um velho desdentado que adora salsichas e logo, quando ele não tiver mais condições de viver numa casa que vive com os portões abertos, terei que assumi-lo definitivamente.
Meu beagle é uma graça, não é?
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Victória
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Leitora Ula procura pelo amigo Naor
----- Original Message -----
From: Ula
Sent: Sunday, October 27, 2013 12:16
PM
Subject: Naor Miguel Nehmen
Olá pessoal,
Sou a Ursula Koenig – conhecida como Ula - e estou à procura
do Naor Nehmen, irmão da Nara, que foi meu colega no Ceupa em Porto Alegre na
década de 80... soube que ele é ativista numa ONG de Defesa dos
Animais.
Sou Protetora independente e atuo no meu pequeno Município de
Imigrante/RS, no Vale do Taquari.
Mas, estou à procura de um velho amigo... alguém pode me
auxiliar?
Agradeço pela atenção.
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quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Nossa leitora Sílvia nos envia a história de: Tony, o gato foquinha :-)
----- Original Message -----
From: silvia garwood
To: falabicho@falabicho.org.br
Sent: Thursday, October 17, 2013 2:28 PM
Subject: história de superação: gatinho que so se arrastava aprende a andar! Tony!
Ola, sou leitora e admiradora do blog!! :-)
Já falei com vc algumas vezes....sou a Sílvia que era do Balaio de gatos....
Como vc publica muitas vezes historias lindas se superação, achei que talvez gostasse da do meu Toninho!!! :-)
O Tony é um gatinho muito especial. Além de guerreiro, ele é um sobrevivente! Sua mãe gata deu
a luz perto de cachorros grandes e pelo stress que sofreu, acabou comendo os filhotes....sobrando só o Tony! Pouco tempo depois, um dos cachorros matou a mamãe tb.
Com 2 dias de vida e sem ter como mamar, ele veio para o AUG, onde sou voluntaria, ser
cuidado na mamadeira. Com o tempo foram percebendo que o Tony não era um gatinho como os outros, e descobriu-se que ele tem uma condição rara chamada ossos de vidros, onde
ele acaba por quebrar os ossos espontaneamente.
São ossos mais fracos, com dificuldade de absorção de cálcio. Então, com 10 dias de vida, o Tony já tinha 8 fraturas nas 4 patinhas.Ele veio para a minha casa com 2 meses para continuar o tratamento como lar temporário mas, em pouco tempo, já tínhamos nos apaixonado por ele e ele logo se tornou um membro da família.
Não se sabia se ele um dia iria conseguir andar....se uma cirurgia seria possível e se ela resolveria alguma coisa.O que se sabia era que sem a cirurgia, ele não conseguiria nunca se apoiar nas patas e andar, ainda que diferente dos outros.
Começamos então a pesquisar muito sobre o assunto..iniciamos fisioterapia em casa todos os dias, estimulando as patinhas com escova de dente, imobilizando as patinhas da frente retas para acostumar na posição de andar, dando brinquedos que estimulassem os membros e levando ele para a acupuntura. E o que aconteceu depois de 6 meses, surpreendeu ate os veterinários que chegaram a conclusão de que ele pode nem precisasse mais operar!
O Tony é um gatinho muito amado, muito feliz...ensina a todos uma lição todos os dias! Pelo seu jeitinho diferente de andar quando bebe, ganhou o apelido de foquinha dos seus fãs no facebook (https://www.facebook.com/tonycutecat). E desde então, o Tony Foquinha continua a encantar todo mundo.
Fizemos um vídeo lindo com toda sua historia!! Esperamos que vc goste!!!
http://www.youtube.com/watch?v=8kRCoxPDtIw
um beijo!
Silvia
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segunda-feira, 14 de outubro de 2013
O Oitavo Ser - Conto da leitora Liana Zecca
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O oitavo ser
− Querido, venha, venha logo, já estão nascendo.
Rodolfo se levantou, praguejando por ter sido tirado da cama àquela hora da madrugada. Se não amasse tanto sua mulher, teria atirado-a do quarto andar do edifício que viviam, sem dó nem piedade.
Ao chegar à lavanderia, só reparou que a porca da cachorra tão querida e amada por sua esposa tinha feito a maior sujeira para dar à luz àquelas horrendas criaturazinhas de quatro patas.
− Veja, meu amor, são sete até agora. Será que vem mais um? − Marina fala, sem esconder sua empolgação.
− Espero que não − diz ele, ainda com expressão enojada ao presenciar a cadela rasgando a bolsa que envolvia o sétimo filhote e a engolindo. Quase tem que sair correndo dali para vomitar no banheiro.
Mas sabia que se o fizesse, sua esposa jamais o perdoaria e seu casamento iria por água abaixo. Continua ali, tendo que disfarçar seu mal-estar.
− São lindos, querida, mas acho que ela já terminou. Pelo menos, me parece tranquila.
− Ela está agindo estranho − fala sua esposa. − Parece que ainda espera por mais algum. Veja como está cansada e deitada; vou colocar os filhotes para mamar. Assim, talvez ela tenha mais contrações e acabe expelindo o que a incomoda.
Ele acompanha com o olhar sua esposa Marina posicionar aquelas coisas ainda melequentas e de olhos fechados em cada teta da cadela. Como morcegos, passam a sugar com força o leite da pobre mãe, que, estendida, respira de maneira intercalada.
Alça as sobrancelhas quando a vê respirar cada vez mais rápido; nota com precisão que as contrações expelem um novo ser. Contrações essas que parecem vir como ondas do mar, de cima para baixo, até que ouve um esguichar. Próximo à anca da cadela, algo minúsculo sai de dentro dela; vira o rosto e pensa que não conseguirá controlar mais a ânsia que se apossou de seu interior.
“Meu Deus, se parto humano for igual a isso, eu nem quero estar presente”, pensa.
− Veja, querido, ela está agitada com o último filhote. Tem alguma coisa errada... − sua esposa diz, toda preocupada com aqueles monstrengos melequentos.
Respira fundo e observa a cadela − que sua esposa chama carinhosamente de Pipoca − abandonar os filhotes que mamam, para auxiliar aquele, expelido por último.
Ela o lambe com ferocidade, tira todo o invólucro que o recobre e continua lambendo-o, como se o massageasse. Escuta-se, por fim, um choro, se é que se pode chamar de choro o som horroroso emitido por aquela coisa ali embaixo.
Agacha-se para olhar melhor aquela coisa molhada; percebe que algo não está bem.
Observa atentamente aquele último pequeno, e os outros, até que nota a diferença. “Este último não tem quatro patas, e, sim, três, meu Deus”, pensa. “Só me faltava essa: um aleijado na família.”
− Oh! Pobrezinho − são as palavras de sua esposa. − Querido, temos um deficiente na família. − Ela sorri, como se tudo aquilo fosse tão normal.
Se por sua cabeça se passava que já seria difícil se livrar de sete, quanto mais dessa aberração, nascida por último. O oitavo ser, que gostaria de colocar em uma sacola e jogar ao mar para servir de comida aos peixes. Mas, ao invés de dizer aquilo que realmente pensava, suspira profundamente e diz:
− Bom, acho que, agora, tudo terminou e estão bem. Vamos para a cama porque amanhã tenho que trabalhar cedo.
− Claro, meu querido, agora ela está bem.
“Sim”, pensou ele. “Na companhia de oito quatro patas detestáveis”. Não bastasse a ele ter que suportar uma, mas oito era pedir demais. E pior: se todos tivessem quatro patas, até que tudo bem, mas um era perneta − somente três patas o desgraçado tinha.
E aquele último presente − uma aberração − deveria ser jogado na lixeira naquele mesmo instante, mas estava cansado demais e com muito sono. Conversaria com sua esposa na manhã seguinte: os sete melequentos até poderia suportar, mas a aberração não; não o quer de jeito nenhum em sua casa.
Na manhã seguinte, assim que acordam e tomam o café, ele cria coragem. Fitando sua querida esposa, diz:
− Assim que desmamar, eu não o quero aqui.
Confusa e sem entender, ela lhe pergunta:
− Quem, meu amor?
− O oitavo, não o quero aqui.
− Mas, por quê? Ele é tão lindo como os outros.
− Não, não é. É uma aberração e eu não o quero aqui.
− Rodolfo, ele é apenas um cachorrinho que veio ao mundo incompleto. Se você o olhar novamente hoje, verá que tem a patinha, mas ela não se desenvolveu.
− Não me interessa; é deficiente e não o quero aqui. Assim que desmamar, dê a alguém que aceite isso, ou então jogo fora eu mesmo.
A dor por ouvir aquelas palavras saídas da boca de seu marido dilacera o coração de Marina.
“Será?” Pensa se errou tanto na escolha do homem para ser seu amor e com quem constituir uma família. Essa atitude dele em lidar com um problema tão pequeno a assusta; e se fosse o filho deles que tivesse nascido assim? O que ele faria, como reagiria? Colocaria em um saco de lixo e o atiraria ao mar, ou ao vê-lo no berçário o rejeitaria por toda a vida?
Só porque Deus quis dar a eles algum trabalho a mais? Ainda assim, ela levaria a cruz até onde fosse possível levar, pois acreditava não se tratar de uma cruz e, sim, um ensinamento, uma provação possível de ser superada. E é isso que a leva a dizer ao marido, ao se deitar nessa madrugada, que se decidiu pela criação do oitavo filhote.
Mas a reação de Rodolfo a surpreende, levando-a a refletir se não cometeu um erro em escolhê-lo como seu marido por toda uma vida.
− Você está louca, Marina? Por mim, eu já tinha enfiado ele na lata de lixo ou dado descarga nele, se não fosse o risco de entupir o vaso.
Mesmo em choque com palavras tão cruas, ela tenta argumentar:
− Querido, não podemos fazer isso. Ele, o oitavo, deve ser o mais assistido por nós; apenas porque nasceu com uma deficiência não quer dizer que não possa ter uma vida normal como os outros. Eu tenho certeza de que ele irá superar logo seu problema.
− Marina, por favor, OK? Sou eu que não o quero aqui mais do que o necessário.
Marina o olha e, neste momento, tem a certeza de que errou de fato na escolha do homem por quem se apaixonou.
− Ok, meu querido, tentarei doá-lo assim que desmamar.
O tempo passou e todos os filhotes, mais crescidos, foram indo embora, levados por outras pessoas que lhes dariam um lar, comida, idas a pet-shops para tomar banho, ter suas unhas cortadas, seu pelos escovados e, principalmente, ser amados por crianças e adultos.
Passados três meses de vida feliz junto aos seus irmãozinhos, Dakota, como era chamado por sua dona, foi-se vendo cada dia mais solitário. Primeiro um, depois outro, depois outro, até chegar o seu dia, que passou, passou e nada aconteceu.
Olhou para sua mãe, quando seu último irmãozinho foi adotado e lhe perguntou:
− Mamãe, e eu?
-Oh, meu querido, não se preocupe. Logo, logo aparecerá alguém que irá adotá-lo. Se isso não ocorrer − ela lhe dá aquele doce sorriso e completa −, tenho certeza de que meus donos ficarão com você. E eu serei a mãe mais feliz do mundo, por permanecer na companhia do meu lindo e amado filhote.
Mas, infelizmente, isso não chegou a se realizar.
Naquela manhã, depois que sua esposa saiu para o trabalho, Rodolfo, cansado de esperar que aquele detestável perneta seja comprado ou adotado, resolve dar fim a ele. Pega um grande saco preto de lixo e, com um sorriso de vitória, decreta:
− Vem cá, seu monstrengo! Você vai para um lugar onde deveria ter ido desde o primeiro dia em que nasceu.
Ao som do choro irritante do caõzinho, no entender de Rodolfo, Dakota é colocado dentro do saco de lixo, e este, amarrado nas pontas.
Seu coraçãozinho bate descompassado, sem entender o que está acontecendo. Ouve os latidos desesperados de sua mãe, que se tornam cada vez mais baixos conforme se distanciam de sua casa. Tem falta de ar; chora muito, até que desmaia.
Algumas horas depois, quando acorda, a escuridão ainda é total. Tenta se mexer, avista uma luzinha fraca entrando pela ponta do saco em que se encontra, acompanhada de uma leve brisa. Respira fundo, mas apavorado, permanece ali quietinho.
Passados alguns minutos, sente uma forte pontada bem na sua coxa.
“Meu Deus, o que está acontecendo?” Mal consegue finalizar seu pensamento, quando sente outra pontada, agora em sua barriga.
“Ai!”, grita. Em seguida, ouve vozes.
− Clotilde! Corra, mulher, corra!
− O que foi, Artur.
− Tem alguma coisa viva nesse saco de lixo.
− Tem certeza, meu velho? Será que esses humanos jogaram novamente um semelhante seu no lixo?
− Acho que sim, minha querida, porque vi que o saco se mexeu e ouvi um som, mas não reconheci como sendo de “gente”.
− Oh, pobrezinho, o que vamos fazer? Eles não nos entendem, como vamos avisá-los?
− Vou abrir o saco para ver.
E Artur começa a bicar a ponta do saco, até que o rasga totalmente. Ao abri-lo, vê Dakota que, apavorado, lhe devolve o olhar.
− Ufa! − diz Clotilde.
− Desta vez, é apenas um cãozinho, veja meu velho.
− Hum... − responde Artur, pensativo.
− Agora sabemos por que foi jogado fora; é deficiente, o moleque.
− Nem mesmo por isso eles têm razão.
− Olá, pequeno, como você está? − pergunta Artur.
− Quem são vocês? − Dakota pergunta, apavorado, diante daquelas criaturas enormes, negras e aladas, que nunca soube existir, por ser tão pequenino ainda.
O sorriso simpático de Clotilde e o riso suave de Artur fazem com que Dakota se sinta mais tranquilo.
− Bom, meu pequeno, agora somos os seus salvadores.
− Obrigado, senhor e senhora.
− Que lindo, ele é bem educadinho − fala Clô. − Diga-me, meu filho, você consegue andar?
− Sim, não como meus irmãos andavam, mas eu consigo, querem ver?
− Claro, meu anjo, venha, vamos sair deste lixão. Logo, chega mais um caminhão de lixo para ser despejado aqui e você corre perigo.
Dakota, apesar da sua deficiência, segue dona urubu Clotilde e seu Artur até um local seguro.
− É aqui − diz dona Clotilde.
Dakota olha ao redor e vê montes de entulhos jogados no terreno baldio ao qual foi levado, a mais de um quilômetro de onde se localiza o lixão.
− Me parece o mesmo lugar de onde saímos − ele diz.
− É verdade, meu filho, mas é um terreno que está à venda. Infelizmente, muitos humanos preferem jogar seu lixo aqui do que guardá-lo para a prefeitura levar ao lugar certo, a fim de ser separado e reciclado.
− O que é reciclar? – pergunta, curioso.
− Ai, ai. Explica para ele, minha querida.
E dona Clotilde tenta explicar a Dakota, exemplificando a finalidade de sua espécie viver aqui na terra.
− Meu pequeno, sabe o que somos e para que servimos, neste mundo?
− Não − responde Dakota, mas demonstrando grande curiosidade.
− Bem, a nossa espécie, apesar de os humanos nos verem com certo asco e mau presságio, se alimenta da carniça de animais mortos. Com isso, representamos, na realidade, um fator de equilíbrio ecológico para a não propagação de doenças a esses mesmos humanos que nos vêm de forma tão errônea. Isso quer dizer que fazemos a limpeza − reciclamos o lixo, por assim dizer −, retiramos o que é ruim, aproveitado por nós como alimento, e deixamos o bom, a limpeza da terra, entende?
− Puxa, show! − diz Dakota com verdadeiro entusiasmo. − E eu, para que vim a este mundo?
− Você é um lindo cão Labrador; serve para fazer a felicidade das crianças, ou para um trabalho muito sério de guia, ao ajudar as pessoas humanas que não enxergam a se locomover e ter uma vida mais independente e feliz.
Dona Clotilde percebe que suas palavras afetam o pequeno Dakota. Ao olhar em seus olhos, vê que lágrimas lhe escorrem pelo lindo focinho.
− Oh, meu querido, eu disse alguma coisa que te magoou?
− É que eu nasci deficiente; como poderei ajudar um deficiente a se locomover, se eu mesmo sofro com esse problema?
Clotilde olha para Artur, desesperada por sua ajuda. Sabe como se sente o pequeno Dakota e não tem uma resposta para ele.
Seu Artur, para demonstrar confiança, limpa a garganta e tenta convencer Dakota de que se Deus o colocou no mundo assim, com certeza, ele, na realidade, é um vencedor e poderá superar seus desafios, tornando-se um bom cão-guia como outro qualquer.
− Veja bem, meu pequeno: você veio a este mundo com apenas três pernas; foi rejeitado pelo seu dono, que o enfiou em um saco para morrer no lixão e, mesmo assim, Deus nos fez te encontrar − o que prova que veio ao mundo para viver. Conseguiu ainda nos acompanhar até aqui facilmente. Enquanto precisar da nossa ajuda, a terá, mas é importante aceitar que se tudo isso lhe aconteceu é porque nosso Senhor o quer e acredita em você.
− Quer dizer que, quando eu crescer, poderei servir de ajuda a alguém?
− Claro, como todos nós servimos.
Dakota sorri e, agora, mais tranquilo e seguro, diz sentir-se cansado e com sono. Teve que aprender muitas coisas em tão pouco tempo, mas está feliz: com um sonho a realizar, fará tudo por ele.
⎈ ⎈ ⎈
O tempo passou e Dakota cresceu, tornando-se um lindo Labrador. Um dia, caminhando sem rumo pela cidade, repara que um jovem de bengala tenta atravessar a avenida, onde grandes monstros de lata passam em alta velocidade, sem nenhum respeito às listras brancas pintadas no chão.
Seu Artur lhe havia dito que elas servem para sinalizar a essas grandes latas motorizadas que parem, dando passagem a humanos pedestres, que têm de ir e vir para seu trabalho ou casa.
Aproxima-se do rapaz e se coloca ao seu lado, latindo:
− Au! Au!
Leandro é um jovem que perdeu a visão devido a uma doença rara. Embora não seja pobre, para obter um bom cão-guia, terá de aguardar ainda alguns anos. Treinar cães-guias é uma atividade difícil e demorada, principalmente porque seus treinadores enfrentam dificuldades em acessar vários locais públicos − proibidos que são de entrar com os cães como seus acompanhantes. Assim, estes têm seu treinamento retardado para servirem aos seus futuros donos cegos.
Antes mesmo da cegueira atingi-lo, Leandro sempre amou os animais; era considerado fera na informática, habilidade de que se utilizava para auxiliar instituições de proteção à flora e fauna na denúncia contra tudo o que de ruim acontece em nosso planeta.
− Oi, você está aí? – diz, tateando abaixo dele até encontrar a pelagem macia de Dakota, posicionado ao seu lado.
Ao senti-la, ele sorri.
− Ei, meu amigo, o que faz aqui? Tem alguém junto a você?
Dakota apenas se limita a latir:
− Au, au!
Leandro, curioso, começa a acariciá-lo. Percebe que tem diante de si um Labrador. Toca-o da cabeça até sua anca; agacha-se, tocando-o e procurando sua pata. Percebe, assim, que ele é um cão deficiente.
− Olá, meu amigo, pelo visto, temos um pequeno defeito: ambos somos deficientes − diz, sorrindo.
Dakota o lambe todo, feliz. Mesmo sem enxergar, Leandro, ciente da alegria do cão, pergunta:
− Você quer me ajudar a atravessar a rua?
A resposta vem em forma de um festivo latido. Leandro, também feliz com a inesperada amizade, segura-se no pelo do pescoço de Dakota, dando sua vida em confiança àquele simpático animal. Ao ver o sinal abrir, Dakota segue em frente em seu passo capenga, mas firme, até chegarem ao outro lado.
Com lágrimas nos olhos, Leandro constata naquele momento que terá, enfim, o seu tão sonhado cão-guia. Dakota, que na língua indígena significa “amigo”, sabe que conquistou aquele humano, que o amará por toda a sua vida e será seu grande amigo.
Sobre suas cabeças, Clotilde e Artur sobrevoam. Dakota ouve deles:
− Nós te dissemos, meu querido: Deus sabe o que faz.
Quanto a Rodolfo, esse ficou só, pois sua amada esposa, assim que chegou em casa e deu pela falta do filhote, entendeu quem estava por trás do seu sumiço. Arrumou suas malas e partiu, levando Pipoca, que, agora, é novamente mãe − dando a Marina muita felicidade.
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Entre a cruz e a espada - conto de nossa leitora Liana Zecca
Entre a Cruz e a Espada
Archibaldo sentiu os olhos arderem e as lágrimas, teimosas e inesperadas, embaçarem sua visão, mas ele sabia que não poderia deixar que nada interferisse em sua decisão. Não podia perder a concentração; estava ali é verdade, mas ninguém lhe havia perguntado se era isso que ele queria. Ninguém, nem mesmo seu tratador, o único em quem por algum tempo confiara e acreditara ser seu amigo, seu único amigo – esse o havia traído.
Ainda conseguia sentir o toque de suas mãos sobre sua cabeça alongando-se até o seu nariz; ainda conseguia ouvir o tom carinhoso com que ele lhe falava “Coma, pequeno Archibaldo, quanto mais saudável for, mais justiça a seu glorioso pai fará.”
Seu glorioso pai, Alonmanzor, o único touro a ser indultado por sua bravura, por sua luta em prol de sua espécie e raça, aquele que um dia lhe confessara:
”Bal, meu filho, estou cansado. Se amanhã eu não voltar, me perdoe, mas acredite em mim: eu o amo e sempre o amarei.”
“Pai, do que é que está falando? Você não pode me deixar.”
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Cidinha nos conta resgate da Vitória
-----Mensagem Original-----
From: Cidinha Castro
Sent: Monday, February 04, 2013 12:09 PM
To: falabicho
Subject: Suspicious URL:RES: Suspicious URL:Nina, a cadelinha que parou a
Ponte Rio Niterói
Bom Dia!
Olha que notícia maravilhosa.
A Vitória, uma cadelinha que na primeira semana de janeiro foi resgatada
pelo meu irmão de um atropelamento no rodanel em SP, foi tratada e graças a Deus
está em seu novo lar desde sábado, 02 de fevereiro. Ela ainda está tomando medicamentos, terá retorno no veterinário dia 16/02
e daqui a alguns meses será castrada. Ela é dócil mesmo depois de ter sido atropelada e passar por uma cirurgia
com mais de 80 pontos na perna. Faremos vistorias frequentes para saber se está sendo tratada como
merece.
Beijos para todos Fala Bicho!
Cidinha Castro
Obs. Precisava dar uma notícia boa para alegrar a vida de vocês.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Quando os donos saem de casa.... hehehe....
Leitora Tatiana Medeiros, dona da cachorrinha Lara, nos mandou...
safadinha e muito espertinha....
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Naor nos faz refletir....
Outubro é um mês generoso: dia 4 é dia de São Francisco e dos Animais, dia
12 é das Crianças (todos seres puros), e dia 15 é dia do Professor e do Educador
Ambiental (fundamentais). Esta sequência de datas fez-me refletir sobre uma
sequência de fatos ocorrida neste outubro.
No final de setembro um papeleiro foi morto em Caxias do Sul, e restaram
abandonados seus dois cães - sua família. No início de outubro, um padre da
cidade, num gesto de extrema sensibilidade e compaixão, acolheu ambos os cães em
sua paróquia, pois percebeu que eles eram muito ligados um ao outro, e decidiu
não impor-lhes mais uma dolorosa separação. Percebeu também que o carrinho do
papeleiro seguia sendo um elo afetivo entre os cães e seu falecido dono, e por
isto adotou também o carrinho.
Foto: jornal
Zero Hora
Já na tarde de 4 de outubro, em nossa capital, um fato oposto ocorria:
enquanto na escadaria da Paróquia de São Francisco preparavam-se as bençãos aos
animais, a dez metros de distância, na entrada do salão paroquial, animais
mortos e assados eram vendidos por 3 reais - os conhecidos "espetinhos".
Ou seja, para cães e gatos, a benção, para vacas e galinhas, a faca, o
espeto e as brasas.
Nós, um grupo de vegetarianos, lá estávamos para lembrar às pessoas que
quem ama os animais não os come, e para pedir-lhes que no Dia dos Animais - o
único dia deles - eles não tivessem seus corpos profanados e vendidos exatamente
no templo dedicado a seu patrono, São Francisco. Apenas pedíamos que se
respeitasse a data, pela mesma razão pela qual não se vai de chinelo a um
casamento, nem se dá gargalhadas em um velório: por uma questão de protocolo,
respeito e, principalmente, bom senso.
Mas o padre/frei responsável por esta atrocidade, não contente, ainda teve
um momento "circo & pão para a multidão" e, do alto da escadaria, ao ver
nosso protesto, começou a insuflar a multidão: "Vocês querem churrasco?!?", ao
que muitos, sem perceber exatamente o que estava acontecendo, até porque não se
deram conta que vacas e frangos não crescem em árvores, ou sejam, também são
animais, gritava "Simmmm" (máxima do "showbiz": multidão aplaude até poste
quando devidamente manipulada),
Calígula ficaria com inveja.
E como se não bastasse, na missa noturna “para os animais”, ocoorrida no
memso dia, a paróquia ainda por cima - acredite se quiser - soltou muitos
rojões, famigerados inimigos da apurada audição de cães e gatos, e responsáveis
por danos, fugas de casa e desaparecimento de muitos deles.
Lembrei-me da Bíblia, dos vendilhões do templo, e
perguntei-me o que faria Jesus Cristo se ali estivesse.
Mas, com certeza, Jesus Cristo ali não estava - nem de corpo, nem
de espírito.
Que neste 15 de outubro, Dia do Professor e do Educador Ambiental,
reflitamos sobre o que está sendo ensinado em nossas escolas, em nossos
seminários, em nossas paróquias e em nossas famílias.
Naor Miguel Nemmen
51 anos, professor, ativista
domingo, 14 de outubro de 2012
Magaly está com problemas de relacionamento entre suas gatas
From: Magaly Junqueira
Sent: Sunday, October 14, 2012 12:33 PM
To: Fala Bicho
Subject: um pedido de ajuda
Oi
Sheila,
Sou sua fã e seguidora incondicional, por isso estou lhe enviando este
email como um pedido de socorro.
Tenho uma gatinha, resgatada por mim na Rua da Carioca há um ano, e como
tenho mais cinco gatinhos (todos resgatados e castrados por mim) uma das minhas
gatas não aceitou de maneira nenhuma a Francisca (homenagem a São Francisco).
Vivo com eles num apartamento de quarto e sala onde contruí uma porta de tele
para separar as duas.
Sé ambas estão sofrendo muito, pois quando saio para trabalhar Crystal fica
no meu quarto e a noite quando chego, quem fica separada na cozinha é a
Francisca.
Esta situação já perdura há um ano, mas não está sendo nada legal para
ninguém. Já tentei por duas vezes adotar Francisca mas não deu certo. Como uma
das mães de Salomão prefiro doar Francisca do que vê-la e a Crystal nesta
tortura. Por isso minha amiga se por acaso você tiver contato ou conhecer alguém
que tenha um bom coração para nossos amiguinhos, de meu email para que eu possa
falar sobre a adoção da minha filhota.
Beijos no coração e muito obrigada.
Magaly
sábado, 13 de outubro de 2012
Regina pede ajuda para seus cães
Sent: Saturday, October 13, 2012 3:04 PM
To: falabicho
Subject: Re: Quando comecei a sentir saudade de Rebeca, Florzinha
chegou
boa tarde amigos preciso muito de ajuda de raçao cuido de 27 caes e
estou passando por momentos dificeis financeiro ... nao quero em dinheiro so quero e preciso de ajuda raçao e remedios de verme
e sarna esses caes estao num terreno q alugo que tambem posso perder este espaço pois estou devendo mais 2000 reais de
aluguel me ajudem por favor sempre cuidei arquei com todas despeza mas
agora a sit5uaçao ficou critica socorro amigos
pode comprar raçao pelo site pet center marginal eles entraga em casa
repassem pra mim por favor
meu end rua quito fonseca 354 casa b bola
cep08450060 guaianazes sp zona leste
me ajudem a cuidar deles caes
regina aparecida ramos
terça-feira, 26 de junho de 2012
Marco Antonio Rodrigues, nos envia seu artigo... muito legal!
Cães
São entes queridos que, em alguns momentos, confundem-se com animais de estimação.
Há quem os classifique como parentes. Muitos afirmam existir até consanguinidade, outros informam com seriedade que seu cão faz parte de sua árvore genealógica.
Brincadeiras à parte, o fato é que, no caso de um acidente grave, onde seja necessária a transfusão de sangue para salvar uma vida, não tenho dúvidas de que o cão da vítima seria o primeiro a estender a pata para fazer essa boa ação. E eu não me surpreenderia se o sangue dele proporcionasse a tão esperada melhora. Afinal, não é novidade alguma que o genuíno amor realiza milagres, e que o sincero desejo de um cão ver seu dono restabelecido poderia alterar toda a estrutura bioquímica do sangue, resultando na tão esperada recuperação do seu companheiro bípede. Na verdade a lógica dificulta que o improvável mostre toda a sua força. No dia em que não for preciso enxergar o doador, quando apenas o sangue e a energia amiga bastarem para se alcançar a cura, ninguém hesitará em receber sangue canino, e os hemocentros se confundirão com pet shop.
Quando chego em casa, a cerimônia de assédio com a qual sou recebido me proporciona uma vaga sensação de celebridade. Percebo então quanto os cães estavam preocupados com minha ausência. E, quando a tietagem é fria, sem o calor e o dinamismo corriqueiros, sei que algo de errado ocorreu, algum prejuízo foi causado. Nessas ocasiões, os cantos pouco visitados da casa são por eles cabisbaixamente ocupados. Eles sabem quando cometem algum erro. Aliás, algumas vezes, tal conduta é adotada com premeditação, por revolta, em represália a alguma atitude nossa que eles não gostaram. No dia em que a humanidade amar seu próximo com a mesma intensidade, com a mesma autenticidade que os cães amam seus donos, estaremos caminhando em direção aos desígnios de nosso Criador: um mundo povoado por seres inteligentes, dotados de livre-arbítrio, entretanto, impregnados de um amor irracionalmente espontâneo e profundo.
Quem maltrata um animal é comandado pela ignorância, pela brutalidade, e está muito distante da civilidade. E, portanto, nada mais é do que um amontoado de carne dominado por instintos que o incapacitam de se humanizar.
Levando-se em conta a energia benfazeja doada simbioticamente através do sangue, de quem você preferiria receber essa transfusão? De cães humanizados ou de homens animalizados?
Doe-se.
Marco Antonio Rodrigues.
Texto extraído do livro “Perspicácia - O aprendiz e a vida”
.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
Graça Leal da ADOÇÃO BH nos manda informação sobre o uso da serragem
.
Olá Sheila,
estamos sempre lendo matérias sobre os "colecionadores de bicho e lixo" Li, no seu site o caso de Lafaiete, próximo aqui de BH. Envio este texto p/ que possa ajudar a "protetores" e protetores sobre o uso da serragem.Como melhora a situação dos bichos: na higiene, acaba o fedor, os mosquitos.Economiza tempo, serviço, água, desinfetantes. Por favor, divulgue esse benefício.
Sigo seu Site.Parabéns pelos 19 anos.
Abçs, Graça Leal/Adocaobh
********************************************************************************************************************
Olá amantes dos animais,conhecemos uma "protetora" que mora no Bairro Glória/BH
Como a maioria dos que cuidam de muitos animais, a história de vida é sempre trágica.Ela cuida de 30 gatos e 22 cachorros.
Até aí, nada de mais.Só que ela pesa 32 kilos, é super frágil. Tem uma filha de 7 anos, engravidou de outro bebê e seu marido de apenas 47 anos faleceu antes do bebê nascer. Ela fez cesária que infeccionou e ela ficou SOZINHA com 2 filhos 30 gatos e 22 cachorros!!!
Gabriela Braga me passou a situação.Era crítica! Os 30 gatos confinados num local pequeno,cheio de velharias dentro, abafado,
todo fechado. Acreditem!!!Só havia um pequeno local por onde a claridade entrava.Vou evitar postar aqui todos os detalhes por respeito a essa senhora, como tantas outras que conhecemos:cheias de boas intenções mas sem nenhuma condição tanto emocional qto material
de ter animais.
Para começar pedimos a outra protetora que a ajudasse até podermos ir la. Esta protetora lá esteve, fez uma limpeza e nos passou o
quadro negro.
Entrei em contato com Mailce, Rafael e Andressa do site: www.fafichufmg.br.bast (Brigada para animais sem teto)
Prontamente Rafael e Andress a que já fazem um trabalho maravilhoso cuidando de quase 100 gatos, se dispuseram a ir comigo
p/ vermos o que fazer.
Nas condições precárias eles deram vitaminas p/ todos, separamos 2 filhotes com anemia e mais 3 sem pêlo, raquíticos e os encaminhamos p/ o Dr. Marcos.Isso foi numa terça-feira.
No Domingo, após a Cãominhada, retornamos, mais esse anjo chamado Gabriela .que já conhecia essa senhora. Ela iniciou seu silencioso e abençoado trabalho, adentrou nos canis e foi limpando, lavando e colocando comida.
Eu havia pedido a ajuda de um pedreiro pq depois que vi a situação, principalmente, dos gatos, não tive mais sossego.
Como o gatil era telado por cima, não entendi o porquê das telhas cobrindo todo o telhado.Pedi ao pedreiro que afastasse as telhas, de modo que os gatos recebessem o sol e uma parte os protegesse das intempéries. Assim foi feito e a claridade invadiu o recinto.
Os gatos e todos nós, criamos alma nova.Então,Gabriela entrou e começamos ali,uma limpeza geral.
O fedor que se espalhou pelo ar era terrível! Retiramos tudo que era entulho fétido, apodrecido e enlameado de fezes.
Várias espécies de insetos ali se escondiam e iam sendo retirados às pazadas.(Eu só pensava no que meu marido faria me vendo ali naquela situação) Na verdade quem fazia o "trabalho sujo" era GabY pq eu, de fora, só dava suporte e ajuda rs,rs
Após retirar sujeira acumulada, certamente, de anos, Gaby lavou muito bem, jogou detergente e água sanitária.
Estávamos lá desde às 15:30 e já eram qse 19 horas.Ainda demos nova dose de vitaminas a todos.
Saímos de lá mais leves mas ainda não estávamos sossegadas.
Na segunda-feira, cedo fui a uma marcenaria, enchi 10 sacos de serragem, de madeira,comprei 4 kilos de fígado, um vaso plantado com capim cidreira, e muitas cxas de papelão e retornei.
Os gatos já tinham melhor aparência. Espalhei serragem por todo o piso, nos buracos e nos locais onde eles, higienicamente,escolheram para defecar. Saiu mosquito por tudo qto era lado.
Coloquei as cxas de papelão na parte onde eles escolheram para se acomodar e eles iam afiando as unhas ou se acomodando dentro delas.Coloquei o vaso com o capim cidreira que eles gostam de mastigar, tanto é anti-estressante qto serve para eles regurgitarem as bolas de pêlo.
Fui p/ a cozinha, peguei 1 kilo de fígado congelado, cobri com água e deixei em fogo brando enquanto tomava outras providências de jogar serragem em todos os canis.
A serragem da madeira (e não de aglomerados) absorve a umidade e o cocô se enrola evitando mau cheiro, mosquitos e que os animais pisem nas próprias fezes causando micoses nas patas além de acabar com aquele mau cheiro que fica no ar em todo local que tem animais
Ela é usada em galinheiros, cocheiras, currais e vendida como fertilizante.No caso de cães e gatos, o descarte é mais prático.Ainda é mais econômica pq ganhamos , não precisamos comprar.
Os locais ficam mais apresentáveis sem aquela cocozeira. Ainda economiza água, produtos de limpeza e repetindo, evita a micose nos pés dos animais qdo expostos a muita água e às proprias fezes.A fabulosa e abençoada veterinária Flávia Quadros que nos ensinou.
Terminando com os canis, fui passar o fígado, aferventado sem gordura nem sal, no liquidificador e fazer o patê.
Qdo fui levar no gatil a ração com o patê, os bichos sentindo de longe aquele cheiro, ficaram enlouquecidos.Comeram muuuuito!
Fiquei mais tranquila pq o essencial à vida que é o sol, água limpa, alimentação e vitaminas, tentamos dar.
Muita gente vai revoltar-se,condenar, xingar, esbravejar e querer retirar os animais dali.Seria ótimo mas para onde levar?
Sobrecarregar outras protetoras que têm os mesmos problemas? Pagar hotelzinho? Contaminar outros animais? Aceitamos sugestões e ajuda se houver outra saída.
Liguei hoje,terça-feira 03/04 para saber notícias dos 3 internados c/ Dr. Marcos.
A veterinária Vivi disse que, graças a Deus, estão se recuperando.Falei sobre alguns sintomas que observamos em alguns outros: apatia, pêlo caindo. Podem estar todos com giardíase que contamina a todos devido às péssimas condições de higiene.Outro motivo para não ter onde levá-los:a giárdia contamina outros gatos.
Qto aos dois filhotes estão sendo bem cuidados num local súper adequado por outros anjos: Rafael e Andressa.
Amanhã irei ter com Vivi e ela passará a medicação.Cuidando da higiene do local, dando alimentação razoável, vitaminas mais fígado de galinha sol e água fresca, vamos cuidando lá mesmo.
Pensamos em aumentar o gatil mas percebemos que é melhor corrermos atrás para cuidar e doar todos aqueles animais.
Precisaremos de voluntários que revezem conosco o cuidado com estes animais.Quem mora no Bairro Glória ou imediações que possa nos ajudar?
Quem tem vermífugos para cães e gatos,vitaminas ou o que mais for necessário?
Com o uso da serragem, não tendo que fazer aquela lavação todos os dias, sobrará tempo para darmos banhos nos cães, tosá-los, enfim, dar atenção e cuidados que todo animal merece.
Estarei postando no Blog o que temos para vender, no Brechó. Com o dinheiro arrecadado podemos suprir nossos gastos.Aceitamos ajuda financeira também.
Breve postaremos fotos das condições menos ruins.
Alguns dos cães estão em canis mais amplos tem alguns porém, que estão em cubículos e estão bem estressados. Embora a "protetora"diga que os solta de vez em quando já que o espaço do terreno é amplo,nós temos algumas dúvidas.
Razão e sensibilidade temos que ter para ir conscientizando muitas pessoas que têm este perfil:ajuntar, ajuntar e os animais nunca estão prontos para serem adotados.
Tais relatos têm o objetivo de mostrar realidades cotidianas e que temos que ser fortes para ajudar nossos amiguinhos tão indefesos entregues a personalidades tão questionáveis.
"Os gatos são super vaidosos e higiênicos. Adoram lugares macios e ensolarados onde tomam seu banho.
Os próprios porcos gostam de limpeza. O único animal que gosta de sujeira e faz os chiqueiros é o ser humano"
Contato:Graça Leal 8772-9171
Quem quiser pegar serragem,gratuitamente: Rua São Carlos,355 Madre Gertrudes (após o aglomerado Cabana do Pai Tomás)
Serralheria Portal Amazonas Fone 3386-8000 Itamar
Hoje quinta-feira 05/04 fui ao Dr. Marcos buscar a receita para tratar a Giárdia dos gatos. Drª Teresa me recebeu e receitou SECNIDOL/ dose única/ Se necessário repetir em 15 dias.
Após, retornei à casa da protetora cozinhei fígado e novamente, misturei à ração e dei p/ os gatos. Eles ficam alucinados com o cheiro e comem muuuuito.
A situação está bem melhor com a serragem.O vaso plantado com capim cidreira fez sucesso pq eles comeram qse tudo.
Segunda-feira 09/04 retornarei com mais 10 sacos de serragem p/ renovação, levarei mais vasos de capim cidreira, plantado, brinquedos p/ eles movimentarem-se.
Precisarei de um homem que corte uns galhos da mangueira que está impedindo que haja mais sol no gatil.
Estou iniciando a CAMPANHA: TODO PROTETOR DEVE ADOTAR UM GATO PRETO.
Lá no gatil tem vários. Nos ajudem adotando-os e dando-lhes melhores oportunidades de vida.
Quem puder nos ajudar de alguma forma entre em contato: Graça Leal(31) 8772-9171
Antecipadamente agradecemos.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
A Natalia nos fala de seu novo projeto "Amigo não se compra"... legal!
.----- Original Message -----From: Natalia KelbertTo: Fala BichoSent: Friday, April 06, 2012 12:18 PMSubject: Novo site para adoção de animaisOlá Sheila e pessoal do Fala Bicho!
Há um tempo atrás, enviei a vocês a notícia de que estávamos criando um site de adoção de animais, onde qualquer ONG ou protetor pudesse cadastrar seus bichinhos. Então, gostaria de pedir a ajuda de vocês para divulgá-lo, pois a ideia é ajudar as entidades a divulgarem seus bichos! Segue abaixo uma sugestão de texto para divulgação:
Chegou o Amigo não se Compra, um site onde ONGs e protetores independentes de todo o Brasil podem divulgar cães e gatos pra adoção.
Em todo o país, os abrigos estão lotados de animais que precisam de um lar. Então o site tem um duplo objetivo: ajudar as ONGs a divulgarem seus animais, e conscientizar a população sobre a adoção responsável.
Foram alguns meses recolhendo a verba para o desenvolvimento, e agora o site já está pronto pra publicar os animais! Estamos abrindo essa fase de pré-lançamento para que as ONGs e protetores cadastrem seus animais para adoção antes do site ir ao ar. Qualquer pessoa pode cadastrar animais para adoção. É só seguir os seguintes passos:
1) acesse http://app.amigonaosecompra.com.br/
2) lá em cima, à direita, clique em "cadastre-se"
3) feito o seu cadastro, você já pode publicar os bichos! É só clicar em "publicar animais" lá em cima, à direita.
Não deixem de cadastrar seus animais! Vamos mostrar ao mundo que Amigo não se Compra!
Um abraço e desde já agradeço o apoio!
Natalia Kelbert
quarta-feira, 28 de março de 2012
Lauro Fujihara pede ajuda para Valeria que socorreu uma cadelinha estuprada
podem divulgar?
caso possam fazer essa caridade,eu agradeço,pois conheço a Valéria há muitos anos,e é pessoa do Bem e honesta........!
abraços
Lauro
-------- Mensagem original --------
VAMO AJUDAR A VALERIA PESSOAL
-------- Mensagem original --------
caso possam fazer essa caridade,eu agradeço,pois conheço a Valéria há muitos anos,e é pessoa do Bem e honesta........!
abraços
Lauro
-------- Mensagem original --------
| Assunto: | : SOCORRI CADELINHA ESTUPRADA-AJUDAS? |
|---|---|
| Data: | Tue, 27 Mar 2012 16:48:41 -0300 |
| De: | Lauro Fujihara |
| Para: | destinatarios-nao-revelados:; |
VAMO AJUDAR A VALERIA PESSOAL
VALÉRIA VALVERDE
(11) 8271-8046 - TIM - SP
BANCO ITAU
AGENCIA 1000
C/C 52225-8
CPF 198.888.318-01
-------- Mensagem original --------
| Assunto: | SOCORRI CADELINHA ESTUPRADA-AJUDAS? |
|---|---|
| Data: | Tue, 27 Mar 2012 16:38:27 +0000 |
| De: | Valéria Valverde |
| Para: | undisclosed-recipients:; |
OLÁ AMIGOS
QUANTA MALDADE NESSE MUNDO! É SÓ DESGRAÇA UMA ATRÁS DA OUTRA! MAL RESOLVO UM CASO E JÁ VEM OUTRO!
QUANTA MALDADE NESSE MUNDO! É SÓ DESGRAÇA UMA ATRÁS DA OUTRA! MAL RESOLVO UM CASO E JÁ VEM OUTRO!
O CASO DESSA CADELINHA EU NÃO PODIA VIRAR AS COSTAS, NÃO SOU ASSIM.
ACONTECE QUE COM TANTOS BICHOS ME APERTO, ALGUÉM PODERIA ME AJUDAR COM ELA?
RESGATEI ELA NO SÁBADO 24/03, NO JABAQUARA (SP).
SEU ESTADO ERA DE TOTAL INANIÇÃO, CADAVÉRICO, DE INÍCIO ACHEI QUE ERA ANEMIA E SUBNUTRIÇÃO E ALGUMA DOENÇA VIRAL, MAS QUANDO LEVEI NO VET NO MESMO DIA, A CONCLUSÃO DA DRA. SYLMA FOI QUE NÃO HÁ DOENÇA VIRAL, MAS QUE ESTÁ SUBNUTRIDA E SOFREU UM ESTUPRO OU COLOCARAM ALGUM OBJETO NO ÂNUS DELA.
ALÉM DISSO SEU OLHO ESQUERDO ESTAVA VERMELHO COM A PUPILA PEQUENA, NÃO RESPONDENDO A REFLEXOS, COMO SE ELA TIVESSE LEVADO UM SOCO.
A MINHA INTUIÇÃO E A DA VET. É QUE PEGARAM ELA PRA FAZER ESSA MALDADE E NA DEFESA ELA SE DEBATEU E FOI AGREDIDA.
RESGATEI ELA NO SÁBADO 24/03, NO JABAQUARA (SP).
SEU ESTADO ERA DE TOTAL INANIÇÃO, CADAVÉRICO, DE INÍCIO ACHEI QUE ERA ANEMIA E SUBNUTRIÇÃO E ALGUMA DOENÇA VIRAL, MAS QUANDO LEVEI NO VET NO MESMO DIA, A CONCLUSÃO DA DRA. SYLMA FOI QUE NÃO HÁ DOENÇA VIRAL, MAS QUE ESTÁ SUBNUTRIDA E SOFREU UM ESTUPRO OU COLOCARAM ALGUM OBJETO NO ÂNUS DELA.
ALÉM DISSO SEU OLHO ESQUERDO ESTAVA VERMELHO COM A PUPILA PEQUENA, NÃO RESPONDENDO A REFLEXOS, COMO SE ELA TIVESSE LEVADO UM SOCO.
A MINHA INTUIÇÃO E A DA VET. É QUE PEGARAM ELA PRA FAZER ESSA MALDADE E NA DEFESA ELA SE DEBATEU E FOI AGREDIDA.
DESDE ENTÃO TODOS ESSES DIAS ESTOU FAZENDO SORO NELA, POIS AINDA NÃO SE ALIMENTA PQ NÃO CONSEGUE ENGOLIR, ESTÁ TOMANDO ANTIBIÓTICOS, ANALGÉSICO.
AOS POUCOS ESTOU SENTINDO AS PRIMEIRAS REAÇÕES DELA, ALGUNS MOVIMENTOS BEM LENTOS MAS AINDA ESTÁ MUITO FRACA E ESSE TRATAMENTO SERÁ A LONGO PRAZO ATÉ QUE FIQUE NOVAMENTE SAUDÁVEL.
POR ENQUANTO O QUE PRECISO É DE FRALDAS E TAPETES HIGIÊNICOS, LATINHAS DE COMIDA PASTOSA, SORO FISIOLÓGICO E SORO RINGER COM LACTATO E AJUDA FINANCEIRA, PAGUEI 120,00 DE CONSULTA + 57,00 MEDICAÇÃO
LEVEI NA CLINICA DA DRA. SYLMA VERARDI CABRAL - TEL. (11) 2578-4277
QQ AJUDA É BEM VINDA!
AOS POUCOS ESTOU SENTINDO AS PRIMEIRAS REAÇÕES DELA, ALGUNS MOVIMENTOS BEM LENTOS MAS AINDA ESTÁ MUITO FRACA E ESSE TRATAMENTO SERÁ A LONGO PRAZO ATÉ QUE FIQUE NOVAMENTE SAUDÁVEL.
POR ENQUANTO O QUE PRECISO É DE FRALDAS E TAPETES HIGIÊNICOS, LATINHAS DE COMIDA PASTOSA, SORO FISIOLÓGICO E SORO RINGER COM LACTATO E AJUDA FINANCEIRA, PAGUEI 120,00 DE CONSULTA + 57,00 MEDICAÇÃO
LEVEI NA CLINICA DA DRA. SYLMA VERARDI CABRAL - TEL. (11) 2578-4277
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DAREI NOTÍCIAS E MAIS FOTOS NA SEMANA.
OBRIGADA!
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VALÉRIA VALVERDE
(11) 8271-8046 - TIM - SP
BANCO ITAU
AGENCIA 1000
C/C 52225-8
CPF 198.888.318-01
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